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Brasileiros esperam que casas inteligentes melhorem a qualidade de vida

Um estudo recente da Intel trouxe informações sobre o que os usuários esperam nas casas inteligentes, munidas com equipamentos conectados à internet via sistemas IoT. De modo geral, os consumidores demonstraram incertezas sobre os perigos com a cibersegurança e insatisfação com o sistema atual de senhas, mas também acreditam que tais sistemas podem melhorar a qualidade de vida e reduzir gastos mensais.

As pessoas também se sentem à vontade para compartilhar informações de suas smart homes com empresas, em troca de dinheiro (72%), descontos (44%) e cupons (29%). Porém, 66% das pessoas têm como principal preocupação a segurança, e o público não confia nas senhas atuais para utilizarem nas casas, preferindo a segurança biométrica, sendo que 54% optaram por impressão digital, 46% reconhecimento de voz e 42% escaneamento de olhos. As senhas são tão indesejáveis que 75% se preocupam com a quantidade delas que serão necessárias para utilizar os recursos da casa com segurança.

No Brasil, especificamente, o público confia que as casas inteligentes trarão como benefícios mais tempo de qualidade para passar com a família (67%); mais tempo para si mesmo (54%); mais tempo para viajar (37%); mais tempo com os amigos (36%); mais tempo com os filhos (36%); e mais tempo para ler (33%). Além disso, os brasileiros também acreditam que as smart homes poderiam reduzir as tarefas domésticas como limpar, cozinhar e lavar roupas (63%).

O público no Brasil também espera reduzir os gastos com artigos para o lar (53%), entre outros benefícios como compras de supermercado (43%), e até acabar com as brigas com vizinhos (20%).

A pesquisa também revelou que a maioria do público espera reduzir as contas de gás e de energia elétrica (65%), as contas de água (56%), as contas de aquecimento ou resfriamento (52%), as contas de Internet e cabo (50%), o vazamento de água e danos causados por inundações (49%) e até mesmo reduzir emissão de monóxido de carbono e danos do fumo (37%).

No Brasil, 11% disseram que não se sentiriam à vontade em compartilhar os dados de seus dispositivos domésticos inteligentes com as empresas, mesmo em troca de cupons e dinheiro.

Em termos de segurança, os brasileiros preferem fatores como sensores inteligentes (62%), enquanto outros métodos têm resultados semelhantes como reconhecimento de voz de (59%), impressões digitais (57%), escaneamento de retina (55%), chamadas automáticas para os serviços de emergência (53%). Embora 75% tenha medo de cibercriminosos, curiosamente caso um produto se comporte de modo inesperado, como a geladeira encomendar mantimentos, apenas 21% acreditariam que isso seria culpa de hackers ou cibercriminosos.

 

Fonte: http://www.tudocelular.com/curiosidade/noticias/n69390/internet-das-coisas-brasil.html

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