fbpx

4 dicas para redução de custos no condomínio

Colocar em prática a redução de custos no condomínio é o sonho de todo síndico e dos seus condôminos.

 A diminuição na taxa mensal pode significar menos gasto para os moradores, mais eficiência de gestão e até mesmo mais facilidade de reinvestir no condomínio.

Neste post, vamos dar dicas simples e efetivas de como executar esse processo de redução. Acompanhe até o final para saber tudo sobre o assunto.

Como provocar redução de custos no condomínio?

Antes de mais nada, é preciso entender quais são os tipos de custo que formam a taxa de condomínio. São eles:

·         custos fixos: referem-se a todos aqueles pagamentos recorrentes, tais como consumo de energia elétrica e água e pagamento dos colaboradores;

·         custos variáveis: como o nome adianta, são aqueles que não possuem regularidade, ou seja, são eventuais de acordo com a necessidade do momento. Um exemplo são os reparos e compras de urgência.

 

Tendo isso em vista, tenha em mente que é possível agir nas duas vertentes para que a contribuição mensal dos moradores seja menor.

Fizemos uma lista dos principais pontos que podem ser abordados se esse for o seu objetivo:

 

1.   Energia elétrica

Não há como pensar no funcionamento de um condomínio sem o consumo de energia elétrica, inclusive, nas áreas comuns. Por isso, muitas vezes as pessoas acreditam que não é possível reduzir esses custos. 

Contudo, isso é um grande engano. O gasto de energia elétrica deve sim ser reduzido para gerar economia financeira e de recursos naturais. 

Algumas simples mudanças podem contribuir para que esse resultado seja alcançado. Saiba quais são:

·         promova uma campanha de conscientização no condomínio – as pessoas precisam saber o impacto das suas ações e se engajarem na mudança;

·         troque as lâmpadas antigas por modelos econômicos, como as de LED;

·         instale sensores de presença pelas áreas comuns para que as luzes se acendam apenas quando necessário;

·         instale placas de captação da luz solar para manter a piscina aquecida sem desperdício de calor;

·         opte por um sistema de elevador mais moderno;

·         caso perceba alguma alteração atípica no valor mensal da conta, contrate um eletricista para checar as instalações do condomínio.

 

2.     Consumo de água

redução-de-custos-no-condomínio

Outro gasto inevitável em um condomínio é com a água. Apesar disso, ele também pode ser racionado de acordo com a real necessidade dos moradores.

Alguns cuidados podem ajudar a poupar esse recurso, utilizando-o de maneira mais consciente e sábia:

·         avalie a possibilidade de trocar os hidrômetros do prédio por sistemas de medição individual. Isso permitirá que cada um tenha controle sobre os próprios gastos e aja corretivamente, se necessário;

·         faça inspeção na rede de tempos em tempos para que todos os itens estejam em pleno funcionamento;

·         use redutores de pressão em torneiras das áreas comuns;

·         opte por irrigadores de jardim com controle inteligente do consumo de água;

·         crie um cronograma de limpeza para as áreas comuns. Escadas, por exemplo, não precisam ser lavadas com água todos os dias;

·         conscientize os moradores sobre o uso racional dos recursos hídricos, vedando a utilização para interesses particulares, como a lavagem;

·         sempre que possível, dê preferência para limpeza com a vassoura;

·         invista em manutenções periódicas para piscina para evitar que ela seja esvaziada com frequência. 

 

3.   Folha de pagamento

O custo com funcionários deve ser calculado antes mesmo da abertura de novas vagas para que os condôminos tenham previsibilidade sobre o valor do condomínio.

Pesquisas apontam que em uma gestão financeira saudável, o gasto com a folha de pagamento não deve ultrapassar 65% da arrecadação mensal do empreendimento.

É essencial se atentar a alguns detalhes para assegurar o equilíbrio nas finanças:

·         defina bem as funções de cada colaborador – o acúmulo de funções além de oneroso pode abrir espaço para passivos trabalhistas;

·         contrate pessoas que morem na região, assim, será possível reduzir os custos com vale-transporte;

·         analise sua atual escala de trabalho e a otimize no que for possível – uma escala mais enxuta e planejada pode ter grande impacto nos custos finais;

·         capacite o zelador do prédio para atuar como gestor dos demais funcionários – esse profissional pode ter um papel muito mais estratégico do que ser apenas executor de serviços do dia a dia. Pode se tornar um braço direito do síndico, se bem orientado;

·         caso a opção do condomínio seja por terceirizar a mão de obra, certifique-se da idoneidade e competência da prestadora de serviços contratada. Cheque se ela está em dia com todos os direitos trabalhistas dos empregados para evitar o compartilhamento de responsabilidades sobre erros dos outros.

 

4.    Manutenção

À primeira vista pode parecer que fazer manutenções constantes nos equipamentos de um condomínio vai aumentar o custo para os moradores.

Um olhar simplista pode, inclusive, cobrar o encerramento de contratos de forma desavisada e até mesmo imprópria.

Por isso, é muito relevante ressaltar o poder das manutenções para redução de custos no condomínio a médio e longo prazo, principalmente quando são feitas de forma preventiva.

Condomínios que contam com esse tipo de cuidado de forma regular conseguem antecipar problemas antes mesmo que eles se consolidem. Dessa forma, é possível agir para resolvê-los rapidamente, evitando perder o controle da situação.

Especialistas apontam que o ideal é que os custos com a manutenção programada correspondam a até 8% do orçamento mensal disponível.

Saiba como criar um programa adequado para a sua realidade:

·         avalie com cuidado o prestador de serviço que dará manutenção nos elevadores – esse tipo de trabalho requer conhecimento técnico e disponibilidade para resolver imprevistos e emergências;

·         preste atenção ao sistema de interfonia – aparelhos antigos podem estar demandando maior consumo de energia elétrica e prejudicando a comunicação entre as unidades;

·         selecione com cuidado a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos de segurança como controle de acesso às unidades. Além de indicar produtos de qualidade, esse prestador poderá cuidar da manutenção dos equipamentos de forma confiável e segura. Investimentos feitos de forma cuidadosa poupam a necessidade de atualização dos sistemas em pouco tempo.

Conclusão

Criar um programa de redução de custos no condomínio pode ser uma boa forma de impressionar os condôminos positivamente.

A adoção de práticas simples pode diminuir o valor da taxa mensal e dar mais conforto e segurança aos moradores.

Gostou das dicas? Veja mais dicas sobre gestão de condomínios no nosso blog

 

4 dicas para redução de custos no condomínio

Deixe uma resposta