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Crianças de férias no condomínio: dicas para brincar em segurança

Crianças de férias são sinônimos de áreas de lazer dos condomínios lotadas. Por isso, é fundamental redobrar a segurança para evitar acidentes.

Quanto maior o condomínio, maior o perigo. A variedade de ambientes de lazer está diretamente ligada ao potencial de risco do local.

Para evitar que esse período cause dor de cabeça para os síndicos e para os pais, é possível tomar alguns cuidados.

Acompanhe o artigo para descobrir como permitir que as crianças brinquem com segurança.

 

Segurança nos condomínios

Quem tem filhos sabe que é muito difícil mantê-los distraídos dentro de casa durante as férias.

Quanto maior a idade da criança, maior a necessidade de variar as atividades no dia a dia. Por isso, as áreas de lazer dos condomínios acabam sendo muito procuradas neste período.

Piscina, playground, corredores, brinquedotecas, quadras esportivas e até elevadores acabam se transformando em locais para brincadeiras.

O aumento da circulação de moradores pelos espaços de convivência amplia o risco de acidentes.

Na tentativa de evitar que os incidentes aconteçam, diversos condomínios criam suas próprias regras nos regulamentos internos.

A maior parte deles só permite que crianças de até 10 anos circulem pelas áreas comuns acompanhadas pelos responsáveis.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é papel dos pais zelar pela segurança dos filhos.

O condomínio só pode ser responsabilizado caso a criança tenha se acidentado em local comum sob a guarda de um funcionário contratado explicitamente para cuidar das crianças.

O mais recomendado é que os condôminos votem as regras de circulação de crianças em uma assembleia. Para isso, é necessário garantir a presença de pelo menos ⅔ dos proprietários.

Os pais podem até ser multados caso descumpram a orientação de acompanhar os filhos nas áreas comuns ou as crianças contribuam para a depredação do patrimônio do condomínio.

A multa, geralmente, é a segunda atitude tomada pelos síndicos, após notificação verbal sobre o descaso.

 

Como permitir que as crianças de férias brinquem com segurança

Além de deixar claro o que é permitido ou não no condomínio, o síndico também deve observar alguns detalhes para aumentar a segurança das instalações.

Seguindo apenas algumas dicas é possível reduzir os riscos para os pequenos moradores.

Saiba quais são elas.

1) Envolver as crianças na gestão

Prevenir é melhor do que remediar. Logo, é fundamental educar as crianças sobre as regras de boa convivência nas instalações do condomínio.

Para isso, o síndico pode incluir os pequenos moradores em suas decisões.

Uma alternativa interessante é eleger o mini-síndico do local, fazendo com que ele se torne responsável por orientar os outros pequenos vizinhos.

 

2) Estabelecer regras claras para utilização das áreas comuns

Se o regulamento interno do condomínio ainda não prevê limites de idade ou regras de utilização das áreas comuns, é necessário convocar uma assembleia geral.

As novas regras devem ser votadas durante a reunião e aprovadas por maioria simples. É necessário ainda avaliar se é de interesse dos moradores estabelecer punições para quem descumpri-las.

As normas passam a valer assim que se encerrar a assembleia. Elas devem ser comunicadas aos novos moradores sempre que houver transferência de propriedade no local.

 

3) Mantenha a manutenção das instalações em dia

Muitos acidentes acontecem por negligência do síndico com a manutenção das instalações. A falta de cuidado e preservação dos ambientes amplia o risco de acidentes.

De acordo com o artigo 1348 do Código Civil, “compete ao síndico diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores”.

Ou seja, é papel do administrador do condomínio zelar pela conservação das áreas comuns, evitando a deterioração de itens como corrimões, brinquedos e bancos.

Todos devem estar em plenas condições de uso e higiene a qualquer época do ano.

 

4) Responsabilizar os pais pelos cuidados dos filhos

Porteiros, zeladores e faxineiros não podem deixar suas funções de lado para cuidar de crianças.

A não ser que o condomínio conte com um funcionário responsável por acompanhar os moradores mirins, é papel dos pais acompanharem os filhos de até 10 anos de idade nas atividades nas áreas comuns.

Conscientize os pais sobre as regras estabelecidas na convenção.

 

5) Isolar áreas de risco com controle biométrico

Piscinas, caldeiras, depósitos, salão de festas, academia, área de gás e elevadores. Estes são apenas alguns ambientes com alto potencial de perigo para crianças.

O ideal é que todos eles estejam protegidos por um sistema de controle biométrico. Essa tecnologia permite que apenas adultos cadastrados liberem o acesso às áreas comuns de maior risco, diminuindo as chances de incidentes.

A biometria é uma das formas de identificação mais seguras e utilizadas pela praticidade de leitura da digital. Este é o método ideal para controlar o acesso de pessoas restritas a partes de um condomínio.

 

6) Ter bom senso

Conviver em um condomínio requer um pouco de paciência e tolerância. Antes de sair discutindo com vizinhos por pequenos detalhes, é recomendado refletir se vale a pena mesmo gerar um conflito.

A negociação amigável é uma maneira mais madura de encontrar soluções para um problema.

É indicado ter bom senso e respeito aos vizinhos e avaliar se é realmente necessário denunciar o comportamento infantil.

Lembre-se que, antes de mais nada, crianças de férias estão apenas em busca de diversão e nem sempre têm maturidade para entender os riscos.

 

7) Contratar recreadores profissionais

Quando se tem muitos moradores com filhos no condomínio, uma boa alternativa para entreter a meninada é organizar uma colônia de férias.

Os pais podem criar um fundo a parte para contratar recreadores profissionais para realizarem atividades com as crianças durante o dia.

É interessante tomar cuidado com a seleção destes profissionais para evitar problemas futuros. O síndico deve se atentar à formação e à qualificação dos recreadores.

Além disso, o número de funcionários deve ser proporcional à quantidade de crianças.

Conclusão

Ter crianças de férias em um condomínio pode animar os ambientes comuns. Se por um lado os riscos de acidente aumentam, por outro, há também mais alegria pelos corredores.

Seguindo as orientações que listamos acima, é possível tornar o condomínio mais seguro e minimizar os perigos .

Gostou das dicas? Saiba mais sobre o controle de acesso biométrico para condomínios.

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