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Segurança das crianças em áreas comuns do condomínio

Quem mora em um condomínio residencial (seja de casas ou de prédios) aposta na segurança em relação a assaltos para poder viver mais tranqüilo. Mas, se há filhos, outras preocupações devem vir à tona, entre elas garantir que haja um bom controle de acesso para garantir a segurança das crianças em áreas comuns do condomínio.

 Como assim?

Ainda mais nos condomínios modernos e cheios de atrativos, como academia, piscina, salão de jogos, quadras poliesportivas, cinema, salão de festas, entre outros, a livre circulação de crianças pode causar acidentes sérios.

Basta dar uma boa procurada no Google para ver a quantidade de casos de crianças que morrem afogadas em piscinas de condomínios ou se machucam em quadras poliesportivas e academias de musculação e ginástica.

O problema acontece porque muitos pais saem para trabalhar tranquilos com a “segurança” dos filhos pelo fato de estarem protegidos no condomínio.

Em muitos casos há até uma empregada cuidando das crianças, mas que tem autorização dos pais para deixar os pequenos descerem para brincar no playground.

Só que, do play, elas começam a migrar para outras áreas comuns e é aí que os problemas surgem.

 

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RISCOS DE NÃO TER CONTROLE DE ACESSO PARA GARANTIR A SEGURANÇA DAS CRIANÇAS EM ÁREAS COMUNS DO CONDOMÍNIO

Quem vê os pequenos felizes e saltitantes para lá e para cá dentro do condomínio, a primeira vista pode não imaginar que perigos possam estar por trás desta liberdade toda.

Porém, em uma análise mais apurada, os perigos para a segurança das crianças em áreas comuns do  condomínio estão por toda parte.

Imagine uma criança de 10 anos entrando sozinha na academia do prédio e querendo brincar em uma esteira ou em um dos equipamentos pesados.

Aventureiras, destemidas e competitivas, as crianças podem se desafiar para ver quem consegue levantar o maior peso ou correr mais rápido na esteira.

Consegue visualizar os riscos nessas atividades em se tratando de crianças?

Da mesma forma, pense na criança entrando no salão de festas e mexendo nas gavetas com facas ou ligando fornos e bocas do fogão para “brincar” de cozinheiro.

E se ela vai até a piscina e entra na água ou cai por descuido sem saber nadar?

Os riscos são reais e estão por todo o condomínio. Por isso, são necessárias sim medidas protetivas.

E não adianta os pais pensarem: “ah, sempre tem um funcionário do condomínio por perto para garantir a segurança”.

A não ser que seja definido que alguns funcionários vão ficar pelo condomínio cuidando de crianças, os profissionais que estão ali têm a função de cuidar do patrimônio.

É claro que, em situação de emergência, eles acabam olhando as crianças, mas não conte com isso para manter o seu filho seguro.

 

MAS COMO, ENTÃO, GARANTIR A SEGURANÇA DAS CRIANÇAS EM ÁREAS COMUNS DO CONDOMÍNIO?

O controle de acesso biométrico acaba sendo uma das opções mais seguras e eficazes para limitar o trânsito das crianças em determinadas áreas do condomínio.

Nesses locais, a entrada só é permitida com a digital devidamente cadastrada e o acesso aquele espaço liberado pelos pais.

Assim, mesmo que a criança tente passar com sua digital para a piscina, por exemplo, ela não vai conseguir.

Da mesma forma, se os pais não querem que o filho vá brincar em determinado dia no salão de jogos ou até mesmo na biblioteca, basta programar o bloqueio, que pode ser feito até pelo celular.

Por isso, o acesso biométrico é melhor do que digitação de senhas e cartões magnéticos, pois estes podem ser burlados mais facilmente, já que uma criança pode passar a senha para outra ou emprestar o cartão.

Controle de horários

Outro fator importante do controle de acesso biométrico, é que os pais podem saber exatamente os horários em que as crianças circularam pelo condomínio.

Isso porque o controle de acesso biométrico permite visualizar relatórios de acesso.

A própria saída e entrada da porta do apartamento já pode ser monitorada.

Isso ajuda em casos em que as crianças “aprontaram” pelo condomínio e depois mentem, dizendo que estavam no apartamento ou em outra determinada área.

Além disso, se outras crianças vêm passar uns dias na sua casa, você pode cadastrar acesso biométrico temporário para elas e também restringir determinadas áreas.

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CONCLUSÃO

É sempre muito triste quando vemos notícias de crianças que morrem ou se machucam em situações que poderiam ter sido evitadas.

Os descuidos e acidentes acontecem, mas há sempre boas chances de minimizá-los.

Basta que todos estejam cientes dos riscos e que procurem formas de proteção.

Por isso, se você é síndico ou morador e não há ainda medidas para garantir a segurança das crianças em áreas comuns do condomínio, avalie imediatamente as soluções possíveis.

Há muitas opções no mercado e certamente uma delas vai ao encontro das necessidades e condições financeiras do condomínio.

 

Segurança das crianças em áreas comuns do condomínio

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